Peer-to-peer por natureza

Uma roda, sem centro.

Fazemos apps em que os dispositivos se conectam direto. As conversas ficam nos dispositivos de quem participa delas.

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Nosso app

Capy, uma sala de reunião privada.

Chamadas com notas, decisões e insights compartilhados, feitos nos computadores de quem está na sala. Sem conta, e sem servidor que consiga ler suas salas.

O Capy durante uma chamada de voz: Ana, Leo e Rafael na Sprint review do Product team, o Leo com a mão levantada e a transcrição ao vivo aberta ao lado.
Capy · sala de reunião privada
  1. 01

    Sem conta

    Abra uma sala e convide as pessoas com quem você trabalha. Nada para cadastrar.

  2. 02

    Direto quando dá

    Chamadas e notas vão de um computador para outro, criptografadas de ponta a ponta, ou por um relay que não consegue lê-las.

  3. 03

    Guardado na sala

    Notas, decisões e insights ficam nos computadores das pessoas que estão na sala.

Como funciona P2P

Tire o servidor do caminho.

Num app peer-to-peer, os dispositivos se encontram e falam direto, com criptografia de ponta a ponta. Quando dois deles não se alcançam, um relay repassa os dados sem conseguir lê-los.

  • Os dados vão direto de um dispositivo para o outro quando dá, criptografados de ponta a ponta.
  • Qualquer peer pode sair e o resto continua funcionando.
  • Os peers dividem a carga, em vez de um servidor carregar tudo.
sem centro
O jeito comum

Cliente e servidor

Na maioria dos apps, cada mensagem, arquivo e chamada passa primeiro pelos servidores de uma empresa. Eles guardam tudo, e tudo depende deles.

  • Um lugar só vê e guarda tudo.
  • Se ele cai, todo mundo cai.
  • O custo cresce a cada usuário que entra.
servidor
Por que peer to peer

Poder e acesso, distribuídos.

Acreditamos no que é comum a todos. Quando os próprios dispositivos levam o tráfego, o que antes precisava de uma empresa e de um orçamento vira algo que qualquer pessoa roda no próprio computador. Descentralizado por natureza, e ao alcance de todo mundo por causa disso.

Sem banco de dados central

As conversas ficam nos dispositivos das pessoas que participam delas, não no banco de dados de uma empresa. As cópias que o nosso blind peer guarda são criptografadas.

Nenhum lugar único de que tudo dependa

As salas ficam nos dispositivos de quem está nelas, e os dispositivos que se alcançam se conectam por conta própria.

Infraestrutura leve

Os peers levam o tráfego. Mantemos alguns ajudantes pequenos, como um relay e um blind peer, e eles só lidam com as salas como dados criptografados que não conseguem ler.

Suas chaves, no seu dispositivo

Sua identidade são 24 palavras guardadas no seu próprio dispositivo, e o dispositivo de cada membro guarda uma cópia das salas em que ele está.

Sobre

Construímos software P2P porque acreditamos nisso.

Ciranda é uma dança de roda brasileira. As pessoas dão as mãos num círculo, ninguém lidera e ninguém fica no meio. É assim que achamos que o software deveria conectar as pessoas: cada dispositivo é um peer igual, sem uma empresa no centro.

O Capy, nosso primeiro app, é uma sala de reunião privada. Está em beta agora.

O que é a Ciranda
quem
As pessoas por trás do Capy.
o quê
Apps peer-to-peer em que os dispositivos falam direto entre si.
agora
Construindo o Capy, um app de sala de reunião privada.
regra
As conversas ficam nos dispositivos das pessoas que participam delas. Sem contas, e sem banco de dados central do que elas dizem.
Como construímos
  • Sem contas
  • Criptografia de ponta a ponta
  • Dados no seu dispositivo
  • Sem banco de dados central
  • IA roda localmente
  • Direto quando dá